quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Coleção: Épinel.

Um dia ainda serei marchand de obras de artes que estão longe de serem consideradas obras de arte respeitaveis, assim sendo; forjarei minha cultura particular com obras estranhas e desconhecidas, mas não numa análise clinica de um critico de arte, mas usando toda a desenvoltura dos meus bons auspicios e a intuição que não me deixa na mão. rupturando o academismo que nem verme em corpo morto, traça, ou algo que o valha.
como as imagens de iconogravura popular de Épinel.



Pouco se sabe quem é o artista Épinal, eu pelo menos só tenho a mínima ideia, aí você recorre a santa e sábia ferramente de busca, joga no google _essa pitonisa contemporânea, oráculo vanguardista_ e o mesmo diz que você quis dizer Painel.
Conheci Épinal graças a minha atenção para com as linhas detalhadas de gente como Gilles Plazy.
Épinel me agrada por ser pratico sem deixar de perder a ternura.
com suas pinceladas de criança gauche.
Creio eu que o artista não se chame Épinel, há aí um heterônimo por volta da beleza toda, como aqueles tantos escritores de 1854 que se perderam pelas bibliotecas da vida com nomes vulgos e estória incriveis.
O artista seria algum habitante da cidade de Cogne; Epinel. uma bucólica cidade que fica nas costas do frio e nas geleiras das costas montonhosas.



Os mecenas se foram. A arte esta morta,
ou viva em milhares de sub-jacentes.
(usando a metade do meu otimismo e o lado esquerdo do meu cérebro para escrever)






5 comentários:

Isa Dora disse...

eu não sei nada de pintura, por isso concordo com tudo o q vc diz =p

carlos franco disse...

e aê camaradinha
passei aqui para dar um olá
continua muito bom o blog
leio praticamente todos os dias

Alexandre disse...

quero uma cópia pra minha parede. vcs fazem isso?

Alexandre disse...

quero uma cópia pra minha parede. vcs fazem isso?

Alexandre disse...

queria uma copia dessas aqui em casa. vcs fazem esse tipo de serviço?