
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Oportunidade em rede

Debaixo do carpete
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Não sei ao certo se o problema maior é começar ou cair na tentação de ir até o fim. Algumas pessoas simplesmente não conseguem chegar nem no meio por serem descrentes do fim. Uma das coisas que eu aprendir no underground do submundo é o seguinte: Nunca comece, mas se começar devolva cada golpe com mais força que puder, sempre trabalhando a sua visão periférica. Aahh, mas isso a falsa malandragem do teatro ensina muito bem. Em suma; estou muito além de servir de consolo para tudo e para todos, sabe.
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Assim que eu deitei numa lona suja eu lembrei de você Jaquedá, não leve para o mal. É que eu vi estrelas, eu vi o cruzeiro do sul, e a quarta estrela estava afastada das outras. Estava no norte.
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Nunca fui do tipo que esconde a raiva num sorriso amarelo, também não sou uma pessoa vil. Muito pelo contrário, você sempre foi beneficiário em tudo quando eu ainda tinha forças para fazer de mim o teu benfeitor, não falo só de cifrões, falo de carinhos em recíproca também.
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Sou poeta e sou pateta, represento muito bem esses dois requesitos. Portanto estou pronto para encarar mais uma de amor.
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Sua sapataxa do agreste com encosto de viadinho rococó, eu poderia está em casa poupando minhas olheiras, mas não; fiquei esperando a fina flor da bagaceira. Tu me paga! Quero um morrão da grossura do meu cacete. Tenho dito!
segunda-feira, 23 de março de 2009
Dois auto

sábado, 21 de março de 2009
Teu nome na macumba
sábado, 14 de março de 2009
Um pouco de pieguice

A tristeza é envolvida sobre uma camada de bobagens. É claro que dói quando você se rala, mas o tempo dura o tempo de um carinho de mãe, com as suas infinitas possibilidades. Quando você perde e fica responsável pela incoerência de conviver com a perda, você sofre com isso. Mas o sofrimento é somente um intervalo de tempo para regressar-mos novamente na versão nova de um filme que já vimos.
Chega de escrever sobre a melancolia, no fundo nada disso merece uma linha. Até parece que eu não sei que Deus ensina a prazo, e que eu no fundo pareço um tipo indestrutivel, como esses persnagens de histórias em quadrinhos que nunca se machucam ou morrem.
quarta-feira, 4 de março de 2009
Um conto
Até lá.
Antes do fim
Está passando uma boa comédia na tevê; um romance que está por um fio, por um fio divino, devo acrescentar com justiça. O personagem atordoado sente no peito que precisa ouvir a palavra do Senhor, que o Senhor tem uma revelação para ele, e ele vai.
E enquanto Deus segreda em seu ouvido o outro lado rói a corda, curioso.
Há coisas que nos são conquistadas e há coisas que chegam para nós por obra divina, e eu sei que não somos proprietários desse presente, é como um emprestimo, um penhor... Você pode não levar. Falando assim, até parece que Deus é um agiota. Não, não é.
Acredito que não podemos mudar o que já está para acontecer, senão alteramos tudo e tudo remete ao caos, a solidão e ao sofrimento futuro.
A felicidade está pronta para mim como também está pronta para o personagem no final do sitcom.
Agora quero assistir uma peça séria, por obséquio.
Derrame de brigas e dramalhões; O melhor de meus perrengues é que não me lembro como a clareza do dia dos impróperios que me foi dito, algo bloqueia, abstrai.
Passo por cima dos meus sentimentos esmagando com o pé as emoções, de uma forma tão auto-defensiva que a digestão das nossas brigas segue seu curso, no entanto não vinga seu percusso. Pára em algum canto ou lugar da cadeia do pensamento.
Esses pensamentos repetentes... Exilados para toda vida na faculdade da memória.

